Mostrando postagens com marcador conceitos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conceitos. Mostrar todas as postagens
3. Conceitos
Quando vamos ler algum texto sobre Web 2.0, notamos a presença de inúmeros termos, definições, conceitos novos. Saber o significado destes conceitos ajuda (e muito) a entendermos melhor o universo da Web 2.0, por isso temos aqui pequenos textos sobre vários "conceitos-chave" que nos ajudam a não ficar boiando no assunto.
Marcadores:
conceitos
3.1 Mashups
O que são?
Mashups são aplicações que combinam diferentes elementos e conteúdos de ferramentas já existentes, para construir uma nova. Ou seja, são funcionalidades e recursos de diferentes fontes, reunidos num só lugar, como um site por exemplo. Inclui-se também o uso de APIs para a construção dessas aplicações.
Mashups são aplicações que combinam diferentes elementos e conteúdos de ferramentas já existentes, para construir uma nova. Ou seja, são funcionalidades e recursos de diferentes fontes, reunidos num só lugar, como um site por exemplo. Inclui-se também o uso de APIs para a construção dessas aplicações.
Marcadores:
conceitos
3.3 Cloud Computing

Hoje em dia, a internet faz parte do cotidiano de grande parte da população. Ela está em todos os lugares ao mesmo tempo sem que nós percebamos, conectando bilhões de pessoas no mundo todo. E é por causa desta característica, sua ubiquidade, que a internet é conhecida como a grande nuvem.
O termo "cloud computing" (ou computação em nuvem) passou a ser bastante utilizado comercialmente na virada do século XX para o século XXI e não tem uma definição exata, apesar de seu conceito já existir há mais de 20 anos. Podemos dizer que, de algum modo, WEB 2.0 e Softwares as a Service (SaaS) são exemplos de cloud computing, mas cloud computing não se resume a apenas isto.
Em geral, as definições dadas para este conceito dizem respeito a distribuição de TI como utilitários, e também à transformação da nuvem em PC: os aplicativos, dados, informações, fotos e tudo mais não ficarão mais armazenados na sua CPU, mas sim na grande nuvem, bastando que o usuário possua um mouse, um teclado, um display e acesso à internet para poder usar seu "PC nas nuvens", tornando bem menor a dependência de se ter um bom computador, pois os aplicativos serão rodados diretamente da internet e os arquivos gerados por este também serão salvos na internet, ficando acessível de qualquer parte do planeta.
Atualmente, existem muitos exemplos de cloud computing, e temos até alguns sites que são praticamente sistemas operacionais on-line. E isto ainda vai aumentar e muito... Grandes empresas como o Google estão investindo pesado em cloud computing, pois eles acreditam na idéia da internet como o computador do futuro.
Marcadores:
conceitos
3.4 API
Application Programming Interface (ou Interface de Programação de Aplicativos) é uma junção de funções que busca, não a implementação do software em si, mas a utilização de seus serviços, complementando um programa (normalmente por plugins¹).
[1] plugins: Adicionador de funções (específicas) a programas.
[1] plugins: Adicionador de funções (específicas) a programas.
Marcadores:
conceitos
3.5 SaaS
Software as a Service (no português, software como serviço) é um modelo de software em que as aplicações se utilizam como um serviço fornecido para os consumidores pela internet. Por eliminar a necessidade de instalar e rodar os aplicativos nos computadores dos utilizadores, o SaaS livra o usuário de incômodos como pro exemplo baixar as atualizações do software ou as manutenções do mesmo. No entanto, o usuário passa a ter despesas continuas, ao invés de uma única no ato da compra. O cliente tem o direitos sobre o software, mas nunca o adquire como se fosse um produto.
Um exemplo de SaaS é o Google Docs & SpreadSheets, que é uma forma de criar e disponibilizar trabalhos on-line, que possibilita que o acesso e a edição do mesmo seja feito através de qualquer computador.
Um exemplo de SaaS é o Google Docs & SpreadSheets, que é uma forma de criar e disponibilizar trabalhos on-line, que possibilita que o acesso e a edição do mesmo seja feito através de qualquer computador.
Marcadores:
conceitos
3.6 FEED
Do inglês, alimentador, FEED é um sistema que possibilita que um usuário, ao “assinar” o mesmo em certo site, possa acompanhar artigos, notícias ou qualquer conteúdo postado recentemente na web, sem que tenha que visitar o blog ou site em questão. Além de artigos comuns, podem ser compartilhados arquivos de vídeo, áudio e imagem.
Podem ser criados a partir de três protocolos diferentes: RSS 1.0, RSS 2.0 (ambos surgem a partir da Netscape) ou o Atom, todos em formato XML.
Podem ser criados a partir de três protocolos diferentes: RSS 1.0, RSS 2.0 (ambos surgem a partir da Netscape) ou o Atom, todos em formato XML.
Marcadores:
conceitos
3.7 RSS
A sigla RSS pode ser:
Rich Site Summary
RDF Site Summary
Really Simple Syndication
O RSS é um recurso utilizado por blogs e sites para divulgarem suas notícias e atividades mais recentes.
Para ilustrar como o RSS funciona, vamos utilizar como exemplo um site de notícia qualquer: este site armazena um resumo de suas notícias (poderia ser ela inteira) e o link para a notícia na integra em um arquivo feed RSS. Utilizando um programa leitor de RSS, o interessado em saber as notícias e novidades deste site inclui um link deste feed em seu agregador (o programa leitor), que lê o conteúdo do feed e o exibe em sua interface. Assim, o leitor do site tem acesso fácil a um resumo de todas notícias recentes do site e, caso alguma lhe interesse, tem o link para acessá-la na integra.
O RSS é muito útil para pessoas que gostam de acompanhar mais de 1 site de noticia ou mais de 1 blog, porque ele elimina o trabalho do leitor de ficar visitando página por página para saber o que está acontecendo de novo.
É importante lembrar que o RSS muitas vezes é confundido com web feed, entretanto o RSS é o formato mais utilizado de feed mas não é o feed em si.
Marcadores:
conceitos
3.8 RIA
A sigla, a partir do inglês, para Rich Internet Applications introduz o conceito de internet ‘Rica’ que permite uma “navegação semelhante ao ambiente do desktop. Com códigos rodando no navegador, o próprio conceito de página é ampliado para o conceito de internet rica”¹. Apesar da sofisticação das aplicações do desktop, mantêm a facilidade de utilização das ferramentas da web.Utiliza de Macromedia MX como meio de integração e exposição.
[1] Publicado em COSTA, Henri F. D. da. “Internet Rica (RIA)” http://www.henry.eti.br/. Acesso em 30/11/2008.
Marcadores:
conceitos
3.9 Website Spoofing
Website Spoofing é uma forma de enganar pessoas com a criação de um website falso, que faz com que estas acreditem que o site seja criado por alguma organização ou pessoa especifica pelo estilo ou, por vezes, pelo chamado “URL chaveado” que é um redirecionamento para este outro site similar.
Há a possibilidade da criação de um site fraudulento, assim como o que indicava a associação da Microsoft e o Firefox, ou apenas uma forma de ironizar ou fazer uma critica a certa empresa ou pessoa.
Há a possibilidade da criação de um site fraudulento, assim como o que indicava a associação da Microsoft e o Firefox, ou apenas uma forma de ironizar ou fazer uma critica a certa empresa ou pessoa.
Marcadores:
conceitos
Assinar:
Postagens (Atom)